18 junho 2008
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O Espírito do Senhor Deus está sobre mim, porque o Senhor me ungiu para pregar as boas-novas aos quebrantados de coração, a proclamar libertação aos cativos e a pôr em liberdade os algemados; Isaías 61:1
“Quanto a mim, que eu jamais me glorie, a não ser na cruz de nosso Senhor Jesus Cristo, por meio da qual o mundo foi crucificado para mim, e eu para o mundo” (Gl 6:14, NVI).
Depois de revelar os motivos que levaram alguns a insistir na circuncisão, Paulo apresentou sua mensagem do evangelho aos gálatas uma última vez, embora apenas de forma resumida. Para Paulo, o evangelho tem por base dois princípios fundamentais: (1) a centralidade da cruz (v. 14) e (2) a doutrina da justificação (v. 15). Na lição de hoje, o foco está no primeiro.
Vivendo no século 21, é difícil compreender o impacto causado originalmente pelos comentários de Paulo a respeito da cruz (Gl 6:14). Hoje, a cruz de Cristo é um símbolo comum e apreciado, que desperta sentimentos positivos para a maioria das pessoas. Nos dias de Paulo, porém, a cruz não era algo de que se pudesse vangloriar, mas algo a ser desprezado. Os judeus achavam ofensiva a ideia de um Messias crucificado, e os romanos consideravam a crucificação tão repulsiva que nem sequer era mencionada como forma de punição adequada para um cidadão romano.
O desprezo com o qual o mundo antigo considerava a cruz de Cristo é visto claramente no primeiro desenho da crucificação registrado. Datado do início do segundo século, um fragmento com um desenho antigo retrata a crucificação de um homem com a cabeça de um jumento. Abaixo da cruz, e ao lado da figura de um homem com as mãos levantadas em adoração, uma inscrição dizia: “Alexandre adora seu deus”. A questão é clara: a cruz de Cristo era considerada ridícula. Foi nesse contexto que Paulo ousadamente declarou que ele não poderia se gloriar em nada mais além da cruz de Cristo!
2. Que diferença a cruz de Cristo fez no relacionamento de Paulo com o mundo? Gl 6:14; Rm 6:1-6; 12:1-8; Fp 3:8
A cruz de Cristo muda tudo para o cristão. Ela nos desafia não apenas a reavaliar nossa maneira de olhar a nós mesmos, mas também a maneira pela qual nos relacionamos com o mundo. O mundo (esta época de maldade e tudo o que isso implica) está em oposição a Deus (1Jo 2:16). Pelo fato de que já morremos com Cristo, o mundo já não mais tem o poder escravizante que mantinha sobre nós, e a antiga vida que um dia dedicamos ao mundo não mais existe. Seguindo a analogia de Paulo, a ruptura entre o cristão e o mundo deve ser como se os dois tivessem morrido um para o outro.
A cruz afetou seu relacionamento com o mundo? Que diferença ela fez na sua vida? Qual é a diferença entre sua vida hoje e a sua vida antes de se entregar ao Senhor, que morreu por você?
1. Graça é um favor não-merecido. É dar algo de valor a quem não merece, mas precisa.
2. Graça é tratar as pessoas melhor do que elas merecem.
3. Graça é tratar as pessoas melhor do que nós esperamos ser tratados.
4. Graça é não desistir daqueles que desistem de nós.
5. Graça é dar amor ao que não merece ser amado.
6. Graça é ser grato, apesar da ingratidão das pessoas.
7. Graça é servir aos inimigos.
8. Graça é abençoar os que nos amaldiçoam.
9. Graça é falar bem de quem fala mal da gente.
10. Graça é orar pelos que nos perseguem.
11. Graça é vencer o mal com golpes de bondade.
12. Graça é desejar o bem para os que nos desejam mal.
13. Graça é perdoar, mesmo quando esse perdão não é solicitado.
14. Graça é se importar com aqueles que não se importam com você.
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